domínio

Domínio é soberania. E isso tem lá seu ar de maldade, é verdade.
Nações dominaram nações; o forte prevalece ao fraco e se faz a espécie dominante.

Hitler quis dominar o mundo. O Cérebro tem tentado a todo episódio. Obama, por enquanto, tem dominado.

Não usei de nenhuma estratégia maquiavélica, mas dominei o meu mundinho sem o uso de força nem soberba. Bastou uma grande batalha interior, daquelas que se inicia no campo da alma e rompe as barreiras da galáxia humana.

Velhas opiniões foram devastadas. Tensões caíram. Emoções negativas partiram em retirada. Mentiras foram levadas aos campos de extermínio. Convicções antes intocáveis sucumbiram aos ataques da Nova Aura.

Em vez do fixo, a polivalência. Do talento, a dedicação. Do comodismo, a criatividade e irreverência.

Da espera, a realização. Do ontem, o amanhã. Do satisfatório, o fantástico.

Dominei a alma, o eu, a capacidade, o sexo, as ideias, a dor. Dominei segredos, verdades, condutas, princípios. Dominei arbitrariedades. E nesse profundo dominar, dei asas à felicidade.

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