Eu fico com vergonha.
Vergonha porque os chamados monstros só queriam aparecer.
Vergonha porque, de alguma forma, ajudei a dar voz a eles, que só queriam aparecer.
Vergonha porque, por mais que aparecesse boas pessoas, eram os monstros que impediam qualquer evolução no projeto.
Vergonha porque eles queriam se aproveitar de alguma relevância minha.
Vergonha porque, mesmo percebendo problemas, às vezes até estendi a mão.
A sigla do PSV dizia sem vergonha, mas eu tive vergonha, por mais que nos divertimos com os monstrinhos.
Não que eu me preocupe com qualquer denominado como monstro.
Mas no final eles são muito mais estranhos, tolos.
EM resposta ao jingle gravado pelo poeta tenório cavalcanti.
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