Pede.
Vai, pede, cabra. Olha pro céu e levanta um clamor de duas palavras.
Balbucia aí “eu quero” e despeja a lista. Mas seja exigente para não se arrepender mais tarde. Melhor pecar pelo excesso do que pela falta. Portanto, enumere detalhes que só em calmaria você seria capaz de notar, lembrar e caprichar no pedido.
Você já pediu que eu sei. E recebeu que o mundo todo sabe.
Pede de novo, ué, foda-se. O raio cai outra vez no mesmo lugar se você bradar com disposição suficiente para se fazer ouvido. Quer seja pelo @Criador (acompanhe no twitter), pelo próprio pedido ou pelo destino.
Pede agora que está bem mais certo do pedido. E sem o vacilo de realizá-lo a um garçom tira-pedido.
Pede. Se o problema for a vergonha de pedir, cai pra dentro do PSV e se torne um ésse-vê legítimo. E ainda poderia adotar o “pedi e dar-se-vos-á” pro caso de ter de dizer que tem um versículo preferido.
Pedir, pediu.
Agora tá perdido.
Um comentário:
pediu tá pedido,
não vale ficar arrependido!
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