
(se você não assistiu Lost, fuja deste artigo)
Não é pelo número de mistérios pendentes. Muito menos pelos “números malditos” que devem estar entre os mais apostados na mega-sena.
Não é pelas surpresas que estão por vir com a equipe da Naomi. Nem porque ela afirmou que encontraram o avião e os corpos da tripulação no fundo das águas do Pacífico.
Não é pelo monstro de fumaça, o nebuloso Lostzilla, que, aliás, deixou de engolir árvores.
Não é pela Kate (se bem que quase, hein). Nem pela deprê do Sawyer. E tampouco pelos flashfowards de um Jack chapado, acabado e mal-amado.
Não é porque apareceu um cartaz com texto em português ao lado de Sarah. Nem porque os lostmaníacos andam achando que seria o Sr. Eko o sujeito encostado no muro na hora em que Jack estaciona o seu jipe. Funeral de quem mesmo? Aff... nem é por isso.
Não é pelas premonições de Desmond, pela kombi salvadora do Hurley, pelo encontro entre Rousseau e Alex.
Não é pelo milagre de John Locke. Nem porque esse retardado anda explodindo tudo. E muito menos porque seu pai curtiu uns dias de férias na ilha, que ele próprio achou quente demais para um paraíso.
Não é pelo Walt, agora com espinhas no rosto.
Não é pelo motivo que fez Claire estar viva e nem pela gravidez da Sun.
Não é pela atração de Ben por rabitts. Também não é porque esse ser maquiavélico tornou-se prisioneiro dos Losties novamente.
Não é porque o Mikhail não morre. Tampouco pelo fantasma do Jacob. Nem mesmo pelo o que ele suplicou ao Locke.
Não é pela determinação da Penny, ou porque Mikhail achava que a duplinha da estação Espelho estivesse fazendo intercâmbio lá no Canadá.
Não é pelo scotch MacCutcheon.
Não é por aquele cavalo negro que escafedeu-se.
Não é por Richard não envelhecer. Tampouco pelos beijinhos de Juliet em Jack.
Ah, nem é pelas ossadas de Adão e Eva, viu.
Não é por causa daquele pássaro verde que ainda não esteve na mira do estilingue da Alex, infelizmente...
Não é pelo pé de galinha gigante do outro lado da ilha ou por aquele navio negreiro no meio do nada. Nem porque Benjamin mencionou a existência de um templo.
Não é porque o urso polar deve ter mudado seus hábitos alimentares.
Nem pelo Vincent, que só aparece na hora de mostrar alguma coisa importante aos habitantes da praia.
Não é pelo balaço no meio do peito do Tom, se bem que eu vibrei pacas com isso.
Nem pela opção sexual dele (cada um com seus problemas).
Não é porque aqueles portugueses que estavam lá no pólo norte (ou seria sul?) nunca mais ligaram.
Não é porque o Ethan entrou na fila da feiura umas duzentas vezes.
Não é porque a Cindy tornou-se uma autêntica seguidora do Ben.
Não é porque vira e mexe eles têm cereal Dharma no café da manhã.
E nem porque Bruce Willis pode dar uma “sapeada” na ilha mais fora do mapa do mundo na próxima temporada.
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É porque serão 270 dias contados nos dedos no departamento de criação da agência.
Melhor começar a ver Heroes. Lost 4 só em fevereiro.
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